Segundo a TV Globo, não foi possível acessar os celulares de Daiana Schuinsekel de Almeida e analisar o material. Por isso, como não houve flagrante, ela foi liberada. A suspeita vai responder em liberdade pelos crimes de maus-tratos e atos obscenos.
De acordo com as investigações, Daiana gravava as agressões e vendia os vídeos em plataformas semelhantes ao Discord para pessoas de países da Europa. Na imagens, a mulher aparece esmagando os animais com os pés e as mãos.
Na casa dela, os policiais apreenderam os sapatos usados nos vídeos de tortura, como prova dos crimes atribuídos à empresária.
A advogada Camila Almeida Guilherme, que assumiu a defesa de Daiana, informou que iria se inteirar dos fatos e posteriormente emitir uma nota à imprensa.
Suspeita de torturar e matar animais para vender vídeos na internet é solta
Investigação
Empresária é presa em SP suspeita de torturar e matar animais com os pés
A investigação começou após uma ONG da Bulgária denunciar os crimes à Polícia Federal brasileira. A entidade teve acesso aos vídeos e encaminhou o material às autoridades.
O caso foi repassado à Polícia Civil de São Paulo, que iniciou a investigação conduzida por agentes da Delegacia de Crimes contra os Animais, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).
Segundo a polícia, Daiana tinha uma produtora de vídeos de sadismo e disse que vendia esses vídeos na Europa por 20 a 50 euros, dependendo do conteúdo.
Ainda segundo os investigadores, a mulher matava animais como coelhos, pintinhos e gatos usando os pés. A polícia apura há quanto tempo os crimes eram praticados e quantos vídeos teriam sido comercializados.
Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa na casa dela nesta quinta-feira (8), acusada de maus tratos a animais e zoosadismo. — Foto: Reprodução/TV Globo
Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa na casa dela nesta quinta-feira (8), acusada de maus tratos a animais e zoosadismo. — Foto: Reprodução/TV Globo
Daiana Schuinsekel de Almeida foi presa na casa dela nesta quinta-feira (8). — Foto: Reprodução/TV Globo
Por Patrícia Marques, Rodrigo Rodrigues, TV Globo e g1 SP — São Paulo
Fonte: @portalg1

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