“Eu queria dormir e minha cabeça não deixava. E eu dizia: ‘Vamos dormir’. E ela dizia: ‘Como que dorme com um barulho desse?’”, afirmou.
Dino relatou ter chegado a São Luís por volta das 2h, mas só conseguiu dormir às 4h.
O ministro comparou sua presença na universidade à sensação de estar em uma “cama quentinha”.
“Todo mundo sabe as dificuldades que a gente está vivendo e, portanto, estar aqui é como você estar numa cama quentinha”, afirmou.
Moraes X Mendonça
A crise no STF se intensificou após André Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens enviadas por Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, a um número de celular atribuído a Alexandre de Moraes.
Mendonça pediu que o plenário analisasse a possibilidade de investigar o colega.
Moraes reagiu e pediu a investigação de Mendonça com base em relatórios apócrifos da PF. Fachin depois retirou o caso da relatoria de Moraes e assumiu a condução dos procedimentos relacionados ao conflito entre os ministros.
Polícia Federal
A crise também chegou ao comando da Polícia Federal.
Em 8 de setembro, Mendonça afastou o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. No dia seguinte, Dino determinou a reintegração dos dois. Fachin suspendeu as decisões conflitantes e manteve Andrei no cargo.
Recado de Mendonça a Dino
Ao determinar que a PF apurasse o vazamento de informações sobre as investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, Mendonça mandou um recado a Moraes e Flávio Dino.
Dino e Moraes têm sido criticados por causa da quebra do sigilo da fonte de um jornalista que denunciou o magistrado maranhense.
Na decisão, Mendonça disse que cabe aos peritos e investigadores da PF preservar o sigilo das informações acessadas, não aos jornalistas, que fazem o exercício legítimo da profissão.
Fonte: @o_antagonista

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