No relatório do caso, um funcionário teria dito que a intensidade do som emitido nos atos libidinosos da juíza e do policial fizeram com que ele não conseguisse dormir ou se concentrar, enquanto outro ficou tão constrangido que acabou arrumando suas coisas e saindo do tribunal em um determinado dia.
Após a recente revelação do caso extraconjugal (uma vez que a magistrada é casada com Brian Ross, que também é juiz de um tribunal na Geórgia), Ross teve a identidade revelada nesta semana, segundo a Bloomberg — ao contrário do policial, que até agora não foi exposto.
Ross é a primeira mulher negra a servir como juíza no Distrito Norte da Geórgia. Ela foi indicada pelo presidente Barack Obama e confirmada pelo Senado em 2014.
Após negar as evidências inicialmente, alegando serem “absurdas e infundadas”, a magistrada confessou o ato libidinoso. Como punição, ela recebeu uma “repreensão privada” e deveria escrever cartas de desculpas a seis assistentes, medidas consideradas brandas pela imprensa internacional.
Por decisão própria, ela afirmou que vai renunciar ao cargo de juíza-chefe e não vai mais participar de nenhuma comissão de conciliação judicial, de acordo com o jornal New York Post.
Lorena Pacheco
Fonte: @metropoles

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