De acordo com a coluna Fábia Oliveira, do site Metrópoles, um processo foi instaurado em 18 de setembro e na ação, descoberta com exclusividade pela jornalista, o casal alega que a imagem do filho foi utilizada por pessoas que associaram o garoto a religião de matriz africana.
No registro, Luca aparece ao lado de Cláudia e Jarbas com trajes e adornos vinculados a religiões de matriz africana e um texto no qual é informado que o casal teria submetido o herdeiro a um ritual de iniciação no Candomblé.
As imagens teriam sido amplamente divulgadas em diversos perfis no Instagram, rede social que pertence à Meta, e no Facebook.
A defesa dos atores afirmou que os fatos abalaram a honra e a intimidade de seu núcleo familiar, além de expôs a controvérsias, especulações e julgamentos públicos baseados em uma montagem fraudulenta.
Os autores pediram uma medida liminar para determinar a remoção imediata de qualquer publicação que veicule imagens manipuladas de Luca nas plataformas Instagram e Facebook, a implementação de bloqueios das imagens e a preservação dos dados cadastrais dos responsáveis pelas contas autoras das publicações.
A atriz também pede uma indenização por danos morais na ordem de R$ 40 mil. Em caso de vitória, metade do valor será destinado ao menor, e o restante será dividido entre o casal.
Em 25 de setembro, o juiz Otavio Tioiti Tokuda deferiu a liminar requerida e determinou a remoção das publicações identificadas e a preservação dos dados das contas.
Fonte: @bahianoticias

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