O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça em um comunicado em que diz estar cumprindo uma ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte.
➡️ A morte por injeção letal é um dos métodos para a execução de condenados previstos no Código Penal dos EUA, um dos 55 países no mundo que adotam a pena capital. No entanto, vários estados haviam pausado a adoção da injeção letal por batalhas judiciais e por uma moratória do governo do ex-presidente democrata Joe Biden, baseada em estudos que apontavam "dor e sofrimento desnecessários no método".
Em 2024, em um caso inédito, os EUA começaram a aplicar a morte por asfixia como alternativa. Esse método, no entanto, também enfrentou denúncias de sofrimento exagerado e poderia ser comparável à tortura, segundo a ONU.
No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça chamou a análise do governo Biden de "profundamente falha".
"Essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos familiares sobreviventes", diz o comunicado.
Na prática, a nova determinação do governo Trump será utilizada como um parâmetro, já que a pena de morte é descentralizada nos EUA, e diferentes métodos são permitidos ou proibidos dependendo do estado. Em 2025, por exemplo, um homem foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul, em meio à falta de medicamentos para a aplicação da injeção letal.
Veja, abaixo, vídeo da notícia da primeira execução por asfixia aplicada pelos EUA a um homem condenado à pena de morte, em 2024:
EUA: homem que sobreviveu a tentativa de injeção letal será asfixiado com gás nitrogênio
Fonte: @portalg1

Postar um comentário
Agradecemos pelo seu comentário!