Os dados estavam na unidade de homologação do sistema e-SAJ, usado para validar novas funcionalidades antes da implantação oficial. Apesar de serem fictícios, ficaram acessíveis ao público, gerando críticas e repercussão. Informações de Mirelle Pinheiro do Metrópoles.
O caso foi levado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). A deputada Gleice Jane (PT) protocolou representações pedindo investigação sobre quem inseriu os dados.
Dessa forma, o TJMS retirou a página do ar e instaurou auditoria interna. Em nota, afirmou que os processos eram apenas de treinamento, realizados em anos anteriores, sem validade jurídica ou impacto nos processos reais. O presidente do TJMS publicou portaria exigindo registros detalhados de acessos e operações por até 10 anos, incluindo tentativas de acesso indevido. Também foram anunciadas revisões nos procedimentos de publicação de ambientes de teste e novas camadas de monitoramento e controle.
Em suma, o episódio expôs fragilidades na gestão de ambientes de teste do TJMS e levou à adoção de medidas de segurança mais rígidas para evitar novas ocorrências.
Por Vinícius Carvalho
*Areavip
Fonte: @portalmsn

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