“Eu acho bonito quando, dentro do meu grupo e fora, falam sobre essa possibilidade”, disse ao programa CNN 360º. A deputada ressaltou, porém, que o Brasil ainda precisa enfrentar a misoginia e o machismo para estar pronto para esse momento. Segundo ela, caso a proposta se apresente e os partidos entendam que pode ocupar esse lugar, não pretende se eximir.
“Não é o ódio que pode me impedir de ocupar lugares que podem ser históricos”, afirmou. Erika também comentou o cenário que se desenha para o próximo mandato. Para ela, a composição do Congresso será muito difícil e exigirá muita energia. A parlamentar citou o avanço de partidos de direita, mencionando pessoas ligadas ao Banco Master e o próprio Flávio Bolsonaro.
Diante desse quadro, defendeu que os partidos de esquerda se organizem para avançar. De acordo com a deputada, as legendas precisam identificar onde devem atualizar suas plataformas, linguagens e quadros, além de fazer uma escolha acertada sobre como valorizar essas lideranças internamente. A fala indica que Erika pretende usar o capital político conquistado nas urnas para impulsionar o debate sobre representatividade e a reorganização do campo progressista.
JETSS. COM
Fonte: @portalmsn

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