As publicações geraram repercussão interna no tribunal. Diante do episódio, desembargadores e servidores articulam levar o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à Corregedoria-Geral de Justiça do TJ-MG. Questionado sobre o ocorrido, o tribunal informou por meio de nota que não vai comentar o assunto.
Roberto Apolinário de Castro ocupa o cargo de desembargador desde 14 de dezembro de 2023 e integra a 4ª Câmara Cível do TJ-MG, colegiado responsável por julgar recursos em processos cíveis. A trajetória do magistrado na carreira jurídica teve início em fevereiro de 1995, quando ingressou como juiz.
O QUE A LOMAN GARANTE
A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) assegura aos magistrados o direito ao porte de arma de defesa pessoal, ressalvando apenas armamentos restritos às forças armadas. Contudo, o CNJ e as corregedorias possuem competência para analisar a conduta de magistrados no ambiente das redes sociais. Uma resolução do conselho, editada em 2019, orienta que juízes devem agir com cautela em suas publicações para preservar a imagem do Poder Judiciário.
O CNJ atua como o órgão responsável por fiscalizar a atuação de magistrados em todo o território nacional. Paralelamente, a Corregedoria do TJ-MG desempenha função análoga no âmbito do tribunal mineiro, possuindo atribuição para abrir procedimentos destinados a apurar a conduta de juízes e desembargadores.
Captura de tela de uma das fotos postadas pelo desembargador Roberto Apolinário de Castro, do TJ-MG
Fonte: @jurinewsbr


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