Segundo informações enviadas ao tribunal, o investigado foi visto nas dependências da Embaixada do Brasil em Buenos Aires. O réu atuava como fiscal credenciado pelo Partido Liberal para acompanhar a votação no exterior durante o pleito brasileiro.
O transportador responde perante a Suprema Corte por tentativa de golpe de Estado, associação criminosa armada e depredação de patrimônio público. O réu havia sido preso durante as invasões em Brasília, mas obteve liberdade provisória sujeita ao uso de tornozeleira eletrônica.
Relatórios do monitoramento indicam que o equipamento de rastreamento parou de emitir sinal no dia 6 de junho de 2024. Em setembro do mesmo ano, agentes policiais foram até a residência do acusado em Balsas, no Maranhão, e constataram que o imóvel estava desocupado.
Diante do descumprimento, o magistrado ordenou a expedição do mandado de prisão preventiva e a inclusão do nome do acusado no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões.
"Verifico, portanto, que não há fundamento algum para os descumprimentos realizados. O réu, portanto, está deliberadamente desrespeitando as medidas cautelares impostas nestes autos, revelando seu completo desprezo por esta SUPREMA CORTE e pelo Poder Judiciário", afirmou Moraes no mandado de prisão.
Fonte: @redetv

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