Os problemas começaram a se agravar em abril de 2024, quando Jodie Daunis teve trombose venosa profunda, passando a sofrer com coágulos sanguíneos recorrentes. A condição também causava inflamação e dor persistente.
Foi então que os médicos a encaminharam para cirurgia em novembro. Porém, a australiana teve que entrar na fila de espera do hospital público depois que sua seguradora se recusou a cobrir o procedimento.
Poucos dias depois, Daunis foi hospitalizada com trombose venosa profunda (TVP) e ficou afastada do trabalho por algumas semanas.
Demissão
Quando Jodie voltou ao trabalho, conseguiu cumprir apenas dois turnos. Isso porque começou a sentir muita dor.
Mais tarde, Daunis informou a empresa que tanto um cirurgião vascular quanto um especialista em sangue a aconselharam a permanecer afastada do trabalho pelos próximos três meses.
Depois disso, Jodie Daunis realizou outro exame médico, que dizia que ela poderia retornar ao trabalho. A empresa, entretanto, afirmou que ela não era capaz de desempenhar as funções essenciais de seu cargo na balsa.
Eles, então, rescindiram o contrato de trabalho de Daunis, alegando que não poderia modificar suas funções para acomodar as restrições médicas que ela enfrentava.
A funcionária contestou a decisão, mas a Comissão de Relações Trabalhistas Justas acabou ficando do lado da empresa operadora de balsas. Ela perdeu a batalha judicial por indenização.
Gabriela Francisco
Fonte: @metropoles

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