A juíza Fernanda Rossanez Vaz da Silva acolheu a preliminar com base no art. 148, II, do CPC, que estende aos auxiliares da justiça os motivos de impedimento e suspeição aplicáveis aos magistrados. Segundo a decisão, a continuidade da perícia poderia gerar prejuízos às partes caso a suspeição seja confirmada.
Auditoria especializada detecta mais de 40 falhas
O pedido foi instruído com auditoria técnica conduzida pela EvidJuri (@evidjuri), o único escritório de auditoria judicial do país. Foram apontadas mais de 40 irregularidades, entre elas:
- Autuação por exercício ilegal da profissão (CREA/SP);
- Quebra da cadeia de custódia de prova, com liberação de acesso exclusivo à TOTVS;
- Ausência de formação compatível com sistemas e banco de dados;
- Falta de certificações, currículo Lattes e histórico de laudos anulados;
- Favorecimento reiterado a grandes empresas do setor tecnológico.
O perito é citado em diversos processos envolvendo gigantes como SAP, Oracle, Linx, TOTVS, Votorantim e Kawasaki, todos com indícios de falhas técnicas e atuação questionada.
Proposta de controle pericial nacional
A EvidJuri defende a criação de uma instância nacional de auditoria técnica independente, replicando modelo já adotado nos EUA e em sua base de clientes. Para Sthefano Scalon Cruvinel (@sthefanocruvinel), CEO da empresa, “a justiça técnica não pode depender de sorte. Quando peritos atuam sem verificação sobre seus vínculos, formação ou conduta passada, todo o sistema perde confiabilidade”.
A atuação da EvidJuri já levou à anulação de sentenças em casos de repercussão, como no embate entre a Federação Espírita e a SAP, veiculado na Revista Veja. A empresa também tem defendido que a fase pericial deve ser acompanhada de forma multidisciplinar, antes, durante e após a sentença, dada sua relevância probatória.
Quem é Sthefano Scalon Cruvinel
Diretor-presidente e fundador da EvidJuri, Cruvinel atua em mais de 22 mil processos e é considerado referência nacional em auditoria e perícia judicial. Seus pareceres foram utilizados em casos envolvendo empresas como Claro, TOTVS, SAP e Algar. É autor de obras sobre responsabilidade civil e tecnologia no Judiciário, além de coordenador da Revista Auditorium (TRF-2) e editor-chefe da Revista Magis. Também atua como Amicus Curiae em tecnologia no STJ e STF e já foi conselheiro em órgãos como SEBRAE, ABDI e Ministério da Agricultura.
Com esse caso, a EvidJuri (@evidjuri) reforça sua proposta de implantar um sistema permanente de auditoria pericial, com metodologia reconhecida e aplicada nos principais tribunais do país.
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