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Mulher que se passava por juíza federal é alvo de operação da polícia em SC

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Via @nsctotal | Uma mulher de 31 anos é investigada pela Polícia Civil por suspeita de fingir ser juíza federal para aplicar golpes em moradores do município de Itapiranga, no Oeste de Santa Catarina. A apuração aponta que ela teria usado a falsa posição de autoridade para ganhar a confiança das vítimas, recolher documentos pessoais e receber valores em dinheiro.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Fronteira de Itapiranga, que cumpriu, na tarde desta segunda-feira (19), um mandado de busca e apreensão relacionado aos crimes de estelionato, exploração de prestígio e falsa identidade funcional.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher, natural do Estado do Pará, estava morando em Itapiranga há cerca de quatro meses. Durante esse período, ela se apresentava às vítimas como juíza federal, alegando ter influência junto a órgãos públicos e capacidade para resolver diferentes demandas administrativas e judiciais.

Segundo os investigadores, a suspeita utilizava linguagem técnica, postura compatível com cargos de autoridade e, em algumas situações, ostentava objetos institucionais, o que reforçava a impressão de que exercia, de fato, função no Poder Judiciário. A estratégia teria sido decisiva para induzir as vítimas a erro.

Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais apreenderam cinco aparelhos celulares, um notebook, além de diversas pastas contendo contratos e documentos pessoais que podem pertencer a outras possíveis vítimas. Também foi recolhido um broche do Poder Judiciário Federal. No local, ainda foram encontradas duas pistolas de airsoft, sendo uma delas com aparência semelhante à de uma pistola Glock.

Os equipamentos eletrônicos apreendidos passarão por perícia técnica. O objetivo é aprofundar a investigação, identificar outras vítimas e verificar a eventual participação de terceiros no esquema.

A Polícia Civil orienta que pessoas que tenham sido lesadas ou abordadas pela investigada procurem a Delegacia de Polícia para registrar boletim de ocorrência. O inquérito segue em andamento.

Fonte: @nsctotal

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