O relatório, obtido pelo Portal Leo Dias, descreve que o cão — um macho sem raça definida — apresentava ferimentos concentrados principalmente na região da cabeça. Entre os achados, estavam inchaço evidente, dano significativo na face esquerda, sangramento e sinais neurológicos. A avaliação também apontou suspeita de fraturas na mandíbula e maxila, indicando um impacto direto e localizado.
Lesões afastam hipótese inicial
O laudo reforça que os ferimentos observados não correspondem ao padrão normalmente encontrado em acidentes de trânsito. Em vez de múltiplos traumas distribuídos pelo corpo, as lesões estavam restritas à área craniofacial, o que enfraquece a tese de atropelamento apresentada pela defesa.
Além disso, sinais clínicos como dificuldades respiratórias e comprometimento neurológico agravaram o quadro do animal. Mesmo com procedimentos básicos realizados durante o atendimento, Orelha não resistiu.
Impacto nas investigações
A conclusão apresentada pelo laudo médico passa agora a representar uma peça fundamental no conjunto de provas do Caso Orelha. O material deve orientar os próximos passos das autoridades responsáveis pela investigação, que tentam esclarecer definitivamente as circunstâncias da morte do cão comunitário.
Com a versão da defesa enfraquecida e novas evidências em mãos, a expectativa é de que o caso avance e traga respostas à comunidade que acompanha o desdobramento da história.
Areavip
Joaquim Mamede
Fonte: @portalmsn

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