“Foi um acidente”, alega advogado de PM preso por morte no Carrefour

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“Foi um acidente”, alega advogado de PM preso por morte no Carrefour

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bit.ly/374ykCv | A defesa do policial militar temporário Giovane Gaspar da Silva, 24, um dos suspeitos presos pela morte de  João Alberto Silveira Freitas, o Beto, no Carrefour do bairro Iapi, na zona norte de Porto Alegre, afirma que ele “não tinha a intenção” de matar.

Em entrevista a GZH, David Leal, do escritório Hoffmeister & Leal, declarou que seu cliente “foi inexperiente” na ação em que desferiu vários socos na vítima, mas que a morte “foi um acidente”:

— Ninguém ali teve a intenção de matar. Essa narrativa política ideológica de que foi racismo é analisada por quem não tem a compreensão do fato. Acaba levando o entendimento ao erro. Eu vejo que foi um acidente.

Sobre a sequência de socos dados pelo PM na cabeça da vítima, o advogado defende que fez parte da “tentativa de contenção”.

— Me parece que naquele momento ele tentou conter o sujeito, já que ele veio pra cima agredindo, ainda que não seja a forma mais adequada de se conter o caso. Ele (Beto) era mais forte do que os dois seguranças, o meu cliente é franzino, um guri. Talvez tenha faltado técnica.

O entendimento do advogado é de que o caso se trata “de uma lesão corporal seguida de morte” ou de um homicídio culposo, mas não de homicídio doloso — o que, para ele, é um excesso.

Ainda para Leal, o cliente — que decidiu ficar em silêncio no interrogatório à Polícia Civil – contou que Beto teria interceptado uma funcionária antes dentro do mercado e, por isso, houve o acompanhamento dos seguranças até a saída dele. 

Fonte: Gaucha ZH

1/Comentários

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  1. Só pergunto uma coisa se fosse a mesma situação e a vítima fosse branca ele se sentiria tão a vontade de bater como bateu?
    Acho que já sabemos a resposta óbvia.

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