TJRN realiza em 2021 maior pagamento de precatórios em um ano

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TJRN realiza em 2021 maior pagamento de precatórios em um ano

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Via @justicapotigua | Maior pagamento de precatórios em um único ano. Este é o resultado alcançado pela divisão do Tribunal de Justiça (TJRN) responsável pelo segmento, em 2021. E isso, no primeiro ano da atual gestão do Poder Judiciário potiguar. Foram destinados R$ 171,6 milhões a 2.330 beneficiários de dívidas do Estado, municípios e autarquias transitadas em julgado. O mês com maior volume de pagamentos foi julho, com R$ 105,1 milhões, montante que atendeu a 1.295 credores.

Do total geral, pago no ano passado, a maior fatia coube ao Estado do Rio Grande do Norte. Foram pagos pela Divisão de Precatórios do Poder Judiciário potiguar R$ 151,3 milhões. Isto equivale a 88,17% dos débitos recebidos pelos mais de 2 mil credores. O restante, pouco mais de R$ 20 milhões, foi pago pelos municípios devedores.

Em termos de média mensal, o trabalho realizado pelo juiz auxiliar da Presidência do TJRN, Bruno Lacerda, e equipe corresponde a R$ 14,3 milhões mensais. Antes deste volume obtido ano passado, o melhor resultado para um primeiro de exercício ocorreu em 2019, com R$ 119,4 milhões.

O montante registrado nos últimos 12 meses também é o melhor primeiro ano registrado na série histórica, iniciada em 2013. E como já mencionado, o melhor ano dos últimos nove exercícios, isoladamente.

O aumento nos valores de pagamento de precatórios foi possível graças à estratégica adotada pela divisão. “Realizamos o acompanhamento criterioso dos aportes devidos pelos entes devedores e a adoção das medidas impostas pela Constituição para reverter situações de inadimplência, aliado ao empenho da equipe”, salienta o magistrado.

Outra vertente importante no cômputo geral é o que foi recolhido para a previdência. O total atingiu R$ 16,1 milhões. Bruno Lacerda explica que esses são recursos que retornam aos cofres públicos, “especificamente, em benefício dos credores e, indiretamente, de todos os aposentados e pensionistas, vez que tais valores reforçam o fundo previdenciário”, comenta o magistrado responsável pela divisão.

Fonte: justicapotiguar.com.br

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