O relatório divulgado pelo Fisco permite cruzar informações por ocupação, patrimônio, rendimentos, faixa de renda, unidade da Federação, além de raça e cor dos contribuintes.
No ranking de patrimônio médio, membros do Poder Judiciário aparecem na segunda colocação, com patrimônio médio de R$ 2,9 milhões, empatados com membros do Ministério Público. À frente deles estão apenas os titulares de cartório, com patrimônio médio de R$ 3,3 milhões.
Também figuram entre os maiores patrimônios os advogados públicos, na 11ª posição, com R$ 1,2 milhão, e os advogados da iniciativa privada, na 12ª colocação, com patrimônio médio de R$ 1,1 milhão.
Veja o ranking:
Criado com DatawrapperO cenário se repete quando o critério é o rendimento tributável médio. Os titulares de cartório lideram com ampla vantagem, registrando média de R$ 2,57 milhões. Em seguida aparecem membros do Ministério Público (R$ 534,8 mil) e membros do Poder Judiciário (R$ 534,2 mil), praticamente empatados. Os advogados do setor público ocupam a quarta posição, com média de R$ 380 mil em rendimentos tributáveis.
Criado com DatawrapperJá no ranking dos rendimentos totais, que inclui também receitas isentas, tributadas exclusivamente na fonte e outros ganhos, os titulares de cartório novamente aparecem isolados na liderança, com média de R$ 2,8 milhões.
Membros do Poder Judiciário ocupam a segunda colocação (R$ 1,44 milhão), seguidos por integrantes do Ministério Público (R$ 1,26 milhão). Os advogados do setor público aparecem na quinta posição, com rendimento médio total de R$ 652,2 mil, enquanto os advogados da iniciativa privada figuram em 13º lugar, com média de R$ 348,3 mil.
Criado com DatawrapperOs dados fazem parte dos painéis estatísticos do Imposto de Renda, divulgados pela Receita Federal em 2 de julho, e foram elaborados com base nas declarações entregues no exercício de 2026.

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