A advogada Cassia Caires Teixeira foi uma das primeiras a denunciar as atitudes do magistrado. Ela divulgou vídeos nas redes sociais mostrando interrupções e humilhações sofridas durante sessões judiciais. Após essas exposições públicas e investigações subsequentes, o CNJ decidiu pelo afastamento temporário do juiz.
Cassia relatou que houve alguma melhora no comportamento dele após a reportagem inicial; contudo, outras profissionais ainda relataram episódios semelhantes. Juliane Macedo também apresentou queixas formais sobre ser interrompida durante julgamentos conduzidos por Alan Ide.
Outro incidente envolveu Renato Marques, advogado cujo microfone foi silenciado pelo magistrado enquanto ele tentava defender seu cliente.
Em resposta às inúmeras reclamações recebidas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Tocantins, uma comissão especial concluiu haver violação das prerrogativas profissionais e violência baseada em gênero nos casos analisados. O afastamento do juiz trouxe alívio para muitos membros da OAB local que esperam rigor na apuração dos fatos apresentados contra ele.
Fala Brasil|Do R7
Fonte: @portalr7

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