Ao todo, foram cumpridas 35 determinações do órgão ministerial, além de outras 26 ações de investigações e mais 61 diligências complementares que reforçam e corroboram as conclusões iniciais do inquérito. Dentre elas estão o resultado da exumação do corpo do cão Orelha e novos depoimentos.
A apuração mobilizou duas delegacias especializadas — a DEACLE e a DPA — e teve apoio da Diretoria de Polícia da Grande Florianópolis, da Diretoria de Inteligência, do Ciber Lab da Polícia Civil, da Delegacia do Aeroporto, da Força-Tarefa e da Polícia Científica.
Ao todo, 15 policiais civis e cinco policiais científicos atuaram diretamente no caso. A investigação agora segue para análise do Ministério Público de Santa Catarina.
O documento foi entregue ao Ministério Público de Santa Catarina, que deve avaliar e retornar com novos desdobramentos.
Caso Orelha
Orelha, cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, foi brutalmente agredido em 4 de janeiro deste ano. Após ser acolhido e encaminhado ao veterinário, o animal acabou morrendo no dia seguinte.
Em 16 de janeiro, a morte do cachorro ganhou as manchetes e mobilizou não somente Santa Catarina, mas também o Brasil.
Até então, um adolescente foi indiciado pelo crime contra o cão Orelha.
Além de Orelha, outros cachorros na Praia Brava também foram supostamente agredidos. É o caso de Caramelo — adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel — e Caramela — adotada pelo empresário Bruno Ducatti.
Outro animal também estava envolvido, este sem relatos de agressões, mas com uma doença grave. Estamos falando de Pretinha, que morreu na segunda-feira, 9 de fevereiro, após complicações no tratamento veterinário.
Larissa Dalberto
Fonte: @ndmais

Postar um comentário
Agradecemos pelo seu comentário!