“Expor trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes ou constrangedoras pode caracterizar assédio moral. A Constituição Federal protege a dignidade da pessoa humana, e a Justiça do Trabalho reconhece a responsabilização por condutas abusivas. Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever“, diz o post.
O tema logo foi associado ao reality As Patroas, lançado no mesmo dia por Viih e Eliezer, em que 11 funcionários da família disputavam o prêmio de R$ 60 mil. Após críticas, eles tiraram o programa do ar.
Logo no primeiro episódio, babás, governanta, motorista, cozinheira e outros colaboradores precisaram procurar moedas espalhadas pela mansão, em lugares como o lago da propriedade, o lixo do banheiro e até dentro do vaso sanitário.
Não demorou muito para o reality ser detonado nas redes. “Eles lutam por migalhas e eles lucram horrores no entretenimento”, escreveu uma pessoa. “Vai ganhar muito mais em cima da imagem dos funcionários”, comentou outra. “A humilhação do CLT”, resumiu uma terceira.
Eliezer rebate críticas
Eliezer chegou a responder a uma das críticas, em que uma seguidora disse que “não é possível que ninguém esteja achando isso muito estranho”.
“Todo mundo está achando, moça! R$ 60 mil, moto zero, uma vez por semana jantar no restaurante que escolher por nossa conta, massagem. Nos dias de gravação (três vezes por semana), não trabalham, só trabalham meio expediente e o dia não é descontado. Não foram obrigadas nem coagidas a participar. Estão ganhando seguidores; vai lá no perfil, já tem 100 mil. Elas estão felizes. Então é lógico que todo mundo está achando MUITO estranho”, declarou.
Fonte: @portalr7

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