VÍDEO: Diretora de escola é exonerada após agredir aluno dentro de sala em MG

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VÍDEO: Diretora de escola é exonerada após agredir aluno dentro de sala em MG

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Via @portalg1 | Uma diretora de uma escola municipal de Angelândia foi exonerada após agredir uma criança dentro da unidade de ensino. O caso aconteceu em abril deste ano, mas as imagens das câmeras de segurança começaram a circular nas redes sociais nos últimos dias. Na sexta-feira (3), a Prefeitura informou que a servidora foi desligada do cargo após a conclusão de um processo administrativo (veja o vídeo no final da matéria).

As imagens mostram a diretora puxando a criança de forma brusca pelo braço e a lançando contra uma mesa. Em seguida, ela aponta o dedo para a vítima, faz gestos de intimidação e alterna momentos em que se senta e se levanta para continuar a repreensão. Durante a gravação, também é possível ver a mulher dando tapas sobre a mesa e na cabeça da criança, além de se inclinar repetidamente em direção à vítima enquanto fala de forma ríspida.

Em nota, a Prefeitura de Angelândia informou que o episódio foi identificado por meio das câmeras de monitoramento instaladas nas escolas da rede municipal. Segundo o município, a diretora foi afastada da função no dia 17 de abril, três dias após o caso, quando também foi instaurado um Processo Administrativo Disciplinar.

Ainda conforme a administração municipal, após a conclusão do procedimento e a comprovação dos fatos, a servidora foi exonerada do cargo de diretora na última quarta-feira (1). A prefeitura afirmou que o vídeo só passou a circular publicamente mais de 60 dias depois, após um vazamento não autorizado das imagens.

Na nota, o município disse que repudia qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes e reafirmou o compromisso com a proteção dos estudantes da rede municipal.

A Polícia Civil informou ao g1 que o inquérito instaurado para apurar o caso segue em andamento. Segundo a corporação, estão sendo realizadas oitivas e outras diligências para esclarecer os fatos. A investigação tramita sob sigilo, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Por Caroline Del Piero, g1 Vales de MG
Fonte: @portalg1

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